Pix e-commerce: para que serve e como implementar

pix ecommerce

Que tal usar o Pix no e-commerce?

Talvez esteja faltando investir no pagamento instantâneo para aumentar as vendas e crescer no comércio online.

Isso mesmo: o meio de pagamento que conquistou os brasileiros está se tornando também um item essencial para estabelecimentos comerciais, especialmente na internet.

Siga a leitura para saber mais sobre a combinação Pix + E-commerce neste guia completo, que traz tudo para você começar a implementar na sua empresa a partir de hoje!

O que é o e-commerce e para que serve?

O comércio eletrônico, ou e-commerce, é um modelo de negócio que realiza todos os seus processos de venda e relacionamento com o cliente pela internet (site ou aplicativo), proporcionando mais praticidade e comodidade aos consumidores. 

Para fazer uma compra no e-commerce, o cliente precisa ter somente um dispositivo conectado à internet, como um computador, um tablet ou um smartphone. 

Também é mais cômodo para o consumidor comparar diferentes lojas e conhecer um pouco mais sobre a reputação do estabelecimento a partir dos comentários e avaliações de outros clientes.

Para o lojista, permite explorar diferentes mercados, expandindo o seu negócio, aumentando os canais de venda e potencializando o faturamento

Além disso, em uma plataforma e-commerce, há redução de custos operacionais que uma loja física traria, permitindo novos negócios mais flexíveis e com menor investimento inicial.

Nos últimos anos, com a inserção cada vez maior de empresas e consumidores nos meios digitais, a presença do comércio no mundo digital se tornou essencial para a sobrevivência dos negócios.

Dados levantados pelo estudo Webshoppers, da Nielsen, mostram que o E-commerce atingiu seu maior patamar histórico no primeiro semestre de 2021, chegando a incrível marca de R$ 53 bilhões de vendas.

No primeiro semestre de 2019 esse número era menos da metade: R$ 26,4 bilhões. 

E as boas notícias não param por aí.

O mesmo estudo mostrou que o ticket médio das compras em e-commerce aumentou 22%. 

Ou seja, comprando online, as pessoas também compram mais.

o que é ecommerce

Exemplos de e-commerce

Agora que você já sabe o que é o e-commerce e como funciona, vale trazer alguns exemplos para entender quem participa desse mercado.

Ainda neste texto, vamos falar sobre diferentes tipos de e-commerce, que se diferenciam, basicamente, entre quem vende e quem compra.

Mas você, com toda certeza, já ouviu falar de grandes players, como Lojas Americanas, Magazine Luiza e Casas Bahia.

Coloque na lista ainda Mercado Livre, OLX, Centauro, Havaianas, Alibaba, Shopee e muitas outras marcas, umas mais famosas e outras menos.

Todos são exemplos de empresas que negociam no comércio eletrônico.

Qual a diferença entre e-commerce e loja virtual?

Muitos se confundem quando o assunto é e-commerce e loja virtual. 

Parecem sinônimos, porém, como falamos acima, o e-commerce envolve toda a estrutura da venda de um produto ou serviço, o que engloba também a loja virtual. 

Para que possa exibir e vender produtos ou serviços, o e-commerce utiliza a loja virtual, que é um site próprio e personalizado, onde o empreendedor é responsável pela criação, manutenção e divulgação.

Para que possa criar sua loja virtual própria, o e-commerce necessitará de um registro de domínio para ter o endereço de seu site.

Precisará também contratar um serviço de hospedagem e escolher uma plataforma de e-commerce que fornecerá a infraestrutura adequada para criar e gerir seu comércio eletrônico.

Há também as plataformas de marketplace, que são como um shopping virtual que hospeda diversos varejistas em um só lugar. 

Dessa forma, o consumidor consegue pesquisar, comparar e escolher uma variedade de produtos e serviços na mesma plataforma. 

Para o comerciante, também é vantajoso por contar com a grande visibilidade que os marketplaces oferecem, aumentando as chances de conversão, além da infraestrutura de e-commerce, não precisando se preocupar com essa parte.

O que é o Pix e-commerce?

Pouco mais de um ano desde o início das operações pelo Banco Central, o Pix já se tornou o principal meio de pagamento entre pessoas.

Inclusive, superando TED, DOC e boletos, segundo dados do Banco Central do Brasil (BCB). 

Já para a realização de pagamentos para empresas, segue uma adesão acelerada com movimentações acima de R$ 57 milhões ao mês para pagamentos P2B (Peer to Business) – dados registrados entre novembro/2021 e janeiro/2022.

Por ser um pagamento instantâneo, a transmissão da ordem de pagamento e a disponibilidade de fundos para o usuário recebedor ocorrem em tempo real.

Desse modo, tanto o consumidor consegue efetivar seu pagamento instantaneamente como o estabelecimento pode receber também rapidamente esse valor, tornando-se um meio de pagamento vantajoso para ambos.

Além disso, o Pix está disponível 24h por dia, todos os dias do ano. 

Diferente das transferências via TED, DOC e dos pagamentos via boleto bancário, a transação via Pix é imediata, permitindo efetivação das vendas mesmo fora do horário comercial.

E a boa notícia é que um e-commerce também pode usar essa ferramenta para receber por suas vendas.

É disso que se trata o Pix no e-commerce!

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Como implementar o Pix no meu e-commerce?

Sim, o Pix é ótimo. Mas antes de implementá-lo no seu e-commerce, é importante conhecer as etapas envolvidas.

Vamos a elas!

Passo 1: conhecer as taxas

Enquanto a pessoa Física e o MEI não pagam nenhuma taxa para enviar e receber dinheiro, o Pix para empresas PME e maiores, incluindo estabelecimentos comerciais e lojas virtuais, pode ser cobrado. 

O valor e tipo de cobrança varia de banco para banco, já que são eles e outras instituições financeiras que realizam a transação. 

Uma dica que já podemos dar é: vale fazer uma boa pesquisa para escolher a opção que ofereça o melhor custo-benefício.

Passo 2: integração

Para que a experiência de pagamento do seu cliente seja o mais fluida possível e tenha alta taxa de sucesso, primeiro, você vai precisar fazer algumas integrações no modo de pagamento da sua plataforma.

Esse procedimento é necessário para incluir o Pix como meio de pagamento.

Passo 3: pagamento

Na hora do pagamento, podem aparecer duas opções para o cliente:

  • QR Code: logo após escolher o Pix como método de pagamento, é gerado um QR Code na tela de check out, que pode ser escaneado, usando um smartphone
  • Pix Copia e Cola: também é gerado um código que o cliente pode copiar e colar no aplicativo do seu banco ou carteira digital. 

Quais as vantagens do Pix e-commerce?

Se ainda resta alguma dúvida de que o Pix é fundamental, vamos listar mais algumas vantagens de usar o Pix no seu e-commerce.

Segurança

Concebido pelo Banco Central, o Pix possui uma série de medidas em constante melhoria e revisão, que o órgão regulador estabelece para as instituições participantes poderem fornecer aos clientes. 

Além disso, toda a transação realizada via Pix ocorre na rede do Sistema Financeiro Nacional (SFN), no qual possui uma autenticação totalmente digital realizada a partir de meios seguros e inovadores.

Instantaneidade e disponibilidade 

Uma das maiores inovações do Pix é a velocidade de processamento de suas transações, que ocorrem em poucos segundos. 

Isso para o comerciante representa liquidez imediata para suas vendas, aumentando o capital de giro, sem a necessidade de aguardar alguns dias para confirmar o pagamento.

Também existem ganhos de logística, já que o pagamento instantâneo permite que a entrega seja feita mais rapidamente e, consequentemente, a satisfação do cliente. 

Inclusão financeira e expansão de mercado

No Brasil, uma parcela significativa da população não possui acesso a cartões de crédito ou mesmo de débito, o que, junto com o boleto, eram os meios de pagamentos imprescindíveis no e-commerce. 

Com a chegada do Pix, essas pessoas ganham muito mais opções para realizar compras online.

Diminuição de abandono de carrinhos

A morosidade do pagamento via boletos não é conveniente nem para lojista, nem para o consumidor, que em muitas situações acabava desistindo da compra antes de efetuar o pagamento do boleto.

vantagens do pix no ecommerce

Pix cobrança 

Alguns meses após o lançamento oficial, o Banco Central liberou uma das novas modalidades previstas, que é o Pix cobrança. 

Com ele, o estabelecimento pode criar uma fatura de pagamento com data de vencimento futura, trazendo a função do boleto bancário com a agilidade e praticidade do Pix.

O processamento da transação ocorre em segundos, enquanto o boleto pode levar até 3 dias úteis. 

Não só isso: também é possível adicionar juros, desconto e multas, caso seja pago após o vencimento, sendo uma grande vantagem oferecer essa opção no e-commerce.

Tarifas 

Uma das principais vantagens competitivas do Pix em relação a outros meios de pagamentos é o valor da tarifa que pode ser cobrada por transação, já que, segundo o Banco Central, o valor cobrado deve ser menor que de outras modalidades de transferência como TED e DOC. 

Essa cobrança varia de 1% a 1,5% do valor da transação, com valores mínimos de R$ 0,50 e máximo de R$ 10,00, dependendo da instituição. 

Em alguns casos, a instituição isenta a cobrança de Pix ou oferece pacotes mensais sem a cobrança de taxa. 

Ainda assim, a cobrança dessa taxa é bem menor que a média cobrada pelas compras via cartão de crédito, sendo vantajoso para o e-commerce.

Simplificação do pagamento 

Uma das novidades tecnológicas para os pagamentos são o uso de chaves Pix e QR Codes. 

Os usuários podem usar seu telefone, e-mail, CPF, dados da conta ou criar uma chave aleatória. 

Já no e-commerce, para que o cliente possa realizar o pagamento, é gerado um QR Code para compra ou um código Pix Copia e Cola, conforme já falamos ali em cima. 

Em quais tipos de e-commerce o Pix pode ser aplicado?

Como adiantamos antes, existem diferentes tipos de e-commerces atendendo a diferentes públicos e canais de vendas. 

Desde o mais comum B2C, até às demais modalidades, todas podem se beneficiar das vantagens de vender via Pix.

Vamos conhecer detalhes sobre elas?

E-commerce B2B (Business to Business) 

É o modelo em que empresas vendem para outras empresas, geralmente envolvendo volumes altos e transações mais complexas.

E-commerce B2C (Business to Consumer) 

Modelo da maioria das lojas virtuais, onde a empresa realiza a venda de produtos ou serviços diretamente para o consumidor final.

E-commerce C2C (Consumer to Consumer) 

Esse modelo deu para o consumidor o poder de se tornar também um vendedor, potencializado pelos marketplaces, possibilitando a venda de produtos e serviços entre consumidores sem a necessidade de abrir uma empresa.

E-commerce D2C (Direct to Consumer) 

Nesse modelo, fabricantes, distribuidores e indústrias realizam vendas diretamente para o consumidor final, em lojas virtuais nos sites próprios ou marketplaces.

M-commerce (mobile commerce) 

Aqui a venda de produtos ou serviços acontece a partir de dispositivos móveis, como aplicativos em smartphones e tablets.

S-commerce (social commerce) 

Utiliza as redes sociais como canal de venda e interação entre consumidores e lojistas.

Qual o melhor tipo de e-commerce para aplicar o Pix?

Segundo os dados oficiais do Bacen, apesar da maior parte das transações efetuadas via Pix desde seu lançamento ser de P2P (pessoa para pessoa), o volume de transações P2B (pessoa para empresa) e B2B (empresa para empresa) vêm em uma constante crescente a cada mês. 

E, quando olhado para o montante transacionado, P2P representa cerca de 40%, seguido por B2B com 35% e P2B 13% dos valores em média nos últimos meses.

Então, a verdade é que todos os tipos de e-commerce têm muitas vantagens ao utilizar o Pix como um dos meios de pagamentos.

Como mostram os dados oficiais, a tendência é que a adesão a ele se torne ainda maior, principalmente pelas novas funcionalidades já previstas para serem lançadas em breve.

organizar vendas com pix

Como organizar as vendas através do Pix no e-commerce?

Para a saúde financeira de seu e-commerce, o Pix é uma ótima solução! 

Com ele, é possível realizar conciliações de vendas mais rapidamente, ter um melhor gerenciamento do fluxo de caixa e, com capital disponível, negociar melhores condições com os fornecedores, refletindo em uma reserva para investir no seu negócio.

Com vendas mais rápidas, será possível também entender melhor o comportamento de seus consumidores.

Isso inclui identificar produtos mais vendidos, possíveis problemas na jornada de compra e, assim, pensar em planos de ação para ajustar a estratégia.

Por fim, mais uma vantagem do pagamento instantâneo é a possibilidade de realizar estornos rapidamente, garantindo um bom retorno das contestações de compras, e cuidando da reputação da sua empresa no mercado.

👉Conheça o conceito de Invisible Banking da Aarin.

Conclusão

A integração do Pix no e-commerce ainda parece complicada? 

A boa notícia é que já existem empresas especializadas em integrar essas funcionalidades e facilitar o processo, para que você não precise se preocupar com isso.

Uma delas é a Aarin, uma techfin especializada em Invisible Bank.

Mas, o que é Invisible Bank? 

É a união de uma série de tecnologias a favor da simplificação dos meios de pagamento.

O objetivo é que os pagamentos sejam feitos de forma quase “invisível”, de modo que o cliente nem perceba que existe uma instituição bancária por trás da operação. 

O resultado? Mais negócios fechados e mais clientes encantados! 

Saiba mais no site.  

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